"Faça com que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo...
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Medo? Nunca mais.
Tenho conquistado altos níveis da felicidade. Não pense que estou alcançando isso sozinho, e só não seria fácil. Méritos a minha rotina tão simples, que no ponto de vista de alguns, chata. Quem diz essa besteira, nunca vai entender, que esses hábitos estão fazendo a diferença, formando de maneira espontânea, o meu melhor sorriso. Agora cansado, ouvindo Daniela Araújo, sem coragem de ir tomar banho, pensando no jogo do Brasil, e criticando meu texto com muitas vírgulas, notei que estou tranquilo e extravagantemente convicto que não há mais em mim, o medo do amanhã. Isso, eu não tenho mais medo do amanhã! Essa certeza se dar por não haver uma hipótese se quer, de existir um episódio da minha vida sem ela. Caroline Belo. Que vem se tornando, Sobretudo, acredite quem quiser, minha melhor amiga. Devo muito a ela por desempenhar um papel muito importante no meu dia, me oferecendo momentos inesquecíveis. E é por causa dela que quero acordar todos os dias. Todos. Todos dos dias.
(Cleilton Silva)
Texto extraído do blog do meu (antes apenas) melhor amigo. Hoje ele é além disso, é o homem da minha vida. Agradeço a Deus por não ter feito ele desistir de mim.
Ninho
Porque quando me olha, a felicidade se desvela.
E tua boca revela o que minha pele já gritava.
Não me solta!
No teu enlace, meu choro vira vinho, teu sorriso minha redenção.
Na minha cintura o teu amor se encaixa.
Beija-me, de fúria e ternura me cobre, descobre em minhas mãos a tua cura.
No som da tua voz, ritmo.
Entre as minhas pernas, dança.
Quando faz teu ninho em mim, eu temo que amanheça. E que anoiteça sem eu te servir o jantar.
Enquanto sussurras poemas com as mãos, meu corpo adormece.
E minha alma, em prece, suplica nunca acordar.
(Mentiras sinceras te interessam?)
sábado, 26 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Deus do impossível - Thalles Roberto
Existem certas situações difíceis de suportar
Olhamos pro lado e não, ninguém pode ajudar
Tudo parece impossível
O mar quer nos afogar as ondas vêm e querem derrubar a nossa fé
E nos levar ao desespero, ao desespero
Pensamos que o nosso problema é grande
E esquecemos da grandeza de Deus
Desanimados de clamar pensamos que Ele não ouve
E então, dá uma vontade de chorar
Eu sei, não dá mais pra agüentar
Eu olho pro alto, vem o socorro
Jesus pode fazer Muito Mais
Ele te ouve, Cristo te ouve
Escuta as suas orações
Ele vai te atender
Deus do impossível
Tudo é possível
Basta crer
Que Deus pode fazer
Infinitamente mais
(♫)
Olhamos pro lado e não, ninguém pode ajudar
Tudo parece impossível
O mar quer nos afogar as ondas vêm e querem derrubar a nossa fé
E nos levar ao desespero, ao desespero
Pensamos que o nosso problema é grande
E esquecemos da grandeza de Deus
Desanimados de clamar pensamos que Ele não ouve
E então, dá uma vontade de chorar
Eu sei, não dá mais pra agüentar
Eu olho pro alto, vem o socorro
Jesus pode fazer Muito Mais
Ele te ouve, Cristo te ouve
Escuta as suas orações
Ele vai te atender
Deus do impossível
Tudo é possível
Basta crer
Que Deus pode fazer
Infinitamente mais
(♫)
quarta-feira, 23 de março de 2011
Estranho
Não entendo essa minha fascinação pelo que é diferente, esquisito, inusitado. Não é que eu seja do contra, mas confesso que não me atrai o comum, o que é do senso comum. Coisas, pessoas, atos fora da normalidade me encantam sem precisar de muitos esforços. Não entendo essa atração pelo feio, inacabado, desajeitado...Nem quero entender.
terça-feira, 22 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Poupo-me.
Gosto de poucas pessoas.
É verdade que posso ser bem sociável, quando quero; mas não ouso dizer que faço sempre com grande prazer.
Em algumas ocasiões posso ser até cômica. Em muitas delas acredite, sorrio fácil, gesticulo, falo alto.
Realmente não acho de todo mal o convívio.
Mas as pessoas... Provavelmente eu as detestarei.
.
Não é obviamente um problema pessoal (na maioria das vezes).
Apenas cansam-me.
Entretecem-me e a muitas quero bem, mas pouca coisa na maioria delas me prende. Mais do mesmo chega a ser tedioso.
Não atesto uma aversão humana aguda, mas só desperta-me afeição o melhor de quem se dá.
.
Gosto dos poucos que muito acrescentam, dos poucos que nada ganham, dos poucos que sempre dizem. De poucos.
Por vários até sinto um carinho perecível, passível à distância.
Mas pra gostar poupo-me o melhor.
Culpo a minha vaidade, enfim; pois muito de tudo que gosto é sempre algo de tudo que quero pra mim. Talvez por isso o brilho opaco da maioria incomode tanto meus olhos.
.
Não é que eu desgoste, as pessoas só não me convém.
É verdade que posso ser bem sociável, quando quero; mas não ouso dizer que faço sempre com grande prazer.
Em algumas ocasiões posso ser até cômica. Em muitas delas acredite, sorrio fácil, gesticulo, falo alto.
Realmente não acho de todo mal o convívio.
Mas as pessoas... Provavelmente eu as detestarei.
.
Não é obviamente um problema pessoal (na maioria das vezes).
Apenas cansam-me.
Entretecem-me e a muitas quero bem, mas pouca coisa na maioria delas me prende. Mais do mesmo chega a ser tedioso.
Não atesto uma aversão humana aguda, mas só desperta-me afeição o melhor de quem se dá.
.
Gosto dos poucos que muito acrescentam, dos poucos que nada ganham, dos poucos que sempre dizem. De poucos.
Por vários até sinto um carinho perecível, passível à distância.
Mas pra gostar poupo-me o melhor.
Culpo a minha vaidade, enfim; pois muito de tudo que gosto é sempre algo de tudo que quero pra mim. Talvez por isso o brilho opaco da maioria incomode tanto meus olhos.
.
Não é que eu desgoste, as pessoas só não me convém.
* Mentiras sinceras te interessam?
quinta-feira, 17 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
A vida está me ensinando... |
a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração, sorrir às pessoas que não gostam de mim, para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam, fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar, calar-me para ouvir, aprender com meus erros. Afinal eu posso ser sempre melhor. A lutar contra as injustiças, sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo. A ser forte quando os que amo estão com problemas, ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho, ouvir a todos que só precisam desabafar, amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos, perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão, amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor,a alegrar a quem precisa, a pedir perdão, a sonhar acordado. E finalmente: a acordar para a realidade.
terça-feira, 15 de março de 2011
de Antoine de Saint-Exupéry
"Foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o príncipe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...
Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o príncipe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser pacviente, respondeu a raposa.
E assim, depois de conversarem, o principezinho cativou a raposa. Mas quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho. Eu não queria fazer mal, mas tu quiseste que eu te cativasse.
- Quis! Disse a raposa.
- Então não sais lucrando.
- Eu lucro, disse a raposa. Os homens esqueceram uma verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. Agora, adeus, concluiu ela.
- Adeus! - disse o principe."
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o príncipe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...
Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o príncipe, mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser pacviente, respondeu a raposa.
E assim, depois de conversarem, o principezinho cativou a raposa. Mas quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho. Eu não queria fazer mal, mas tu quiseste que eu te cativasse.
- Quis! Disse a raposa.
- Então não sais lucrando.
- Eu lucro, disse a raposa. Os homens esqueceram uma verdade, mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos. Agora, adeus, concluiu ela.
- Adeus! - disse o principe."
segunda-feira, 14 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Misery Business ♪
sexta-feira, 11 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Sou mais o meu Cordeiro
Aos que gostam dessa festa ridícula, nem continuem a ler. Me repugna essa festa que nada mais é do que a divisão mais clara de classes sociais. Os 'bambambans' preferem os camarotes e blocos, e os miseráveis se contentam com a chamada pipoca. E quem vai querer ficar no grupo dos miseráveis? Aí é que está o problema! As pessoas com sua mediocridade acham que um abadá, ou uma fitinha de acesso ao camarote farão com que elas estejam num patamar mais alto que os outros. E muitas vezes fazem das tripas coração para conseguirem pagar por aquele status momentâneo. Porque os pulos de 'alegria', as danças e muito menos as cervejas tomadas não farão as dívidas feita pela compra da 'felicidade carnavalesca' sumirem das faturas do cartão de crédito, ou restituir o dinheiro de vários meses de economia feita em prol da roupinha da elite. E a culpa disso tudo de quem é? Do cordeiro! O cordeiro é aquele carinha que fica segurando a corda que separa os bons dos ruins, os bonitos dos feios, os ricos dos pobres, os honestos dos ladrões. A culpa é dele, do cordeiro!
Por isso escolhi um Cordeiro diferente para minha vida. O Cordeiro que não faz acepção de pessoas, que ama todos de igual forma, que me dá alegria eterna e não passageira, que não me faz pagar fortunas para estar com Ele, mas pelo contrário, me dá toda riqueza do mundo como herança.. Esse Cordeiro com letra maiúscula é o Cordeiro de Deus. Jesus Cristo, aquele que morreu para me salvar, para me livrar do mal deste mundo, para me fazer pular, cantar, dançar na presença Dele. Para ser feliz sem precisar deixar de ser quem eu sou, somente para fazer parte do 'melhor'. O melhor é estar nos braços do Pai.
Hoje pela manhã...
No Salmo 119:9-11 diz o seguinte:
Deus alertou-me a respeito do alimento espiritual. Ele me disse: Carol, alimente o seu espírito. Não deixe o seu corpo e a sua alma governar a sua vida. Lembre-se desta palavra:
“Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o de acordo com a tua palavra. De todo o meu coração tenho te buscado; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para não pecar contra ti.”
Deus alertou-me a respeito do alimento espiritual. Ele me disse: Carol, alimente o seu espírito. Não deixe o seu corpo e a sua alma governar a sua vida. Lembre-se desta palavra:
“Digo, porém: Andai pelo Espírito, e não haveis de cumprir os desejos da carne. Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gálatas 5:16-17)
Sim Pai, farei a Tua vontade ;)
quarta-feira, 9 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Caroline por Clarice
"Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, e falta de ar."
terça-feira, 1 de março de 2011
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